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MENOPAUSA

O “olho seco” na menopausa

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Menopausa é um momento no ciclo de vida da mulher, que ocorre em torno da idade de cinquenta anos.

Este período é muito difícil quando é preciso enfrentá-lo.

No que diz respeito à questão da saúde, a menopausa é um estágio em que as mulheres não têm mais produção de óvulos.

Ocorre praticamente com todas as mulheres e quanto mais avançada a idade, maior as chandes de sofrer deste transtorno.

Mesmo assim, podem ocorrer casos onde a mulher menstrua de forma não regular e cada uma durante um tempo variável.

Os hormônios sexuais, estrogênios, cuidam da regulação da temperatura corporal.

olho seco na menopausa

Problema com humor, concentração, textura da pele, aspecto ósseo são acrescentados devido a um forte esgotamento da mulher.

A ausência de estrogênios provoca desmineralização nos ossos, causando doenças, como a osteoporose.

É importante tomar muito cálcio, presente em alimentos como os iogurtes e completar a dieta com um aporte de vitamina D, que é encontrada no salmão, por exemplo.

As ondas de calor também faz com que as mulheres sofram muito na menopausa e é muito comum.

A porcentagem daquelas que sofrem com este problema chega a quase 90%. Isso acontece com a expulsão anormal de estrogênios.

Há também sintomas pós-menopáusicas e menopáusicas, como por exemplo a secura vaginal e a diminuição da libido.

Quanto aos efeitos que ocorrem a nível psicológico, podemos citar a problemas de memória, mudanças no estado anímico ou depressão, que sem dúvida é o mais grave dos casos.

Para amenizar este problema, o recomendado é seguir um tratamento específico com medicação específica para esses sintomas.

“Olho seco” durante a menopausa

Sensações desagradáveis de “areia”, ardor ou lacrimejamento no olho também são causados pela redução de estrogênios, e estão relacionadas com as alterações nas glândulas meibomianas que produzem as lágrimas lubrificam a dos olhos.

Devido à fraca produção de óleo das glândulas meibomianas, a lubrificação praticamente não existe.

A sensação de impotência diante deste problema causa ansiedade e sentimento de frustração, algo que também incomoda e acrescenta uma etapa especialmente difícil para se enfrentar.

Tipos e tratamento do olho seco

É muito importante estabelecer uma estratégia definida e sólida para contornar o problema.

Profissionais envolvidos no diagnóstico e tratamento deste problema são: o oftalmologista, endócrino e ginecologista.

Mas deve-se seguir as indicações dos médicos e ser constante!

Existem dois tipos de olho seco:

  • Primeiro temos o olho seco quo-deficiente, é o menos frequente e se relaciona com doenças de tipo autoimune, como artrite reumatóide ou patologias como lúpus e hepatite, entre outras.

O tratamento para este tipo de olho seco envolve a substituição da ausência de lágrima por lágrimas artificiais, para hidratar e lubrificar.

Recomenda-se que as lágrimas artificiais sejam específicas para cada caso e, se possível, constituídas à base de ácido hialurônico.

Um anti-inflamatório deve ser utilizado, em casos pontuais. Isso ameniza o problema sem desaparecer.

  • O olho seco evaporativo, relaciona-se mais com mulheres, menopausa e condições hormonais. É o tipo de olho seco que ocorre com mais frequência e está ligado à qualidade da lágrima. São fatores externos que causam uma rápida evaporação da lágrima.

Neste caso, a higiene da pálpebra é o foco do tratamento.

Para os cílios e pálpebras, toalhetes hipoalergênicos e lavagens com soro fisiológico poderão ser realizadas.

Variabilidade, frequência, sintomatologia devem ser levadas em conta para que tenha um diagnóstico abrangente e verdadeiro.

O ideal é conhecer o histórico clínico prévio do paciente, suas alergias e até mesmo cirurgias como nas quais o botox é usado para corrigir imperfeições nessa parte do olho.

O teste Schirmer é responsável por medir a produção de lágrimas.

Para observar a qualidade é realizado um trabalho com a lâmpada de fenda.

Para avaliar a superfície da córnea são utilizadas as tinturas vitais (fluoresceína, rosa de bengala, lisa mina).

Em casos pontuais mede-se a osmolaridade da lágrima, a sensibilidade córnea (estilometria) ou pode-se realizar o teste de samambaia para avaliar o componente mucioso do filme lacrimal.

A citologia será realizada em casos graves.

Durante os anos em que a mulher sofre de menopausa atrofiam as glândulas meibomianas.

Para limpá-las e possibilitar seu novo e correto funcionamento, é necessário que o orifício de saída seja reaberto e uma sonda seja aplicada na glândula.

Para complementar o tratamento, é recomendado realizar uma atividade esportiva frequente, como, por exemplo, caminhadas… Realizar uma correta dieta baseada em alimentos saudáveis, com aporte em ácidos ômega 3, minerais, vitaminas e antioxidante, é outro fator que será positivo para encontrar uma melhora nesta doença.

Para uma exposição ao sol ou quando está ventando é correto se proteger com óculos, procurar cuidar da pele.

Devem ser evitados ambientes secos e quando se realiza alguma atividade profissional em que se deva fazer um maior esforço da vista, convém realizar pausas e diminuir o tempo entre as piscadas.

Com estas atitudes, o desconforto pode ser reduzido.

Pode se agravar e enfraquecer a lágrima piorando o estado da superfície ocular, em pessoas que usam óculos ou lentes de contato.

Alguns tratamentos hormonais não são eficientes para este tipo de problema.

Agora que conhecemos esse problema e sabemos quando e por que ele se origina, também podemos enfrentar realizando um adequado cuidado do olho e seus arredores.

Se cuidem!

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